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Virando o transatlântico


Em mais de 25 anos de experiência como empresário, por várias vezes ouvi essa expressão de alguns clientes e amigos: “não dá pra virar um transatlântico de uma hora pra outra, senão ele afunda”


Pra mim, isso sempre passou a ideia de que muitas das inovações, correções de rumo, e até de posicionamento de marcado necessárias à sobrevivência de uma corporação não podem ser realizadas no tempo desejável.


Normalmente, por questões de processos, de cultura e até de inércia mesmo. Aí chegou o iceberg corona!


Mas eis que no meio do caminho de águas relativamente calmas, apareceu um iceberg. Do tamanho do mundo, ou melhor, de uma pandemia mundial. Em muitos sentidos, 2020 será um ano para riscar do calendário: distanciamento social, isolamento, mortes, medo… Mas, por outro lado, é um ano que poderá ficar marcado positivamente na história das corporações que, diante das novas circunstâncias, perderam o medo virar o timão com a rapidez e a força desejáveis. Pois perceberam que seu negócio poderia sim naufragar se não se corrigisse o rumo rapidamente.


Digitalização: antes tarde do que nunca

Como um iceberg que surge no meio do caminho, o Covid-19 forçou a mudança de rota de vários negócios, antecipando processos de digitalização que já eram inevitáveis, mas muitas vezes postergados, como: a adaptação forçada para o home office, a necessidade de expandir canais para o universo digital, de migrar serviços para a nuvem, de organizar tarefas e a comunicação online entre os times e departamentos, de gerir documentos físicos no meio digital. Exemplos de mudanças rápidas frente à ameaça de ver a empresa à deriva, que seriam consideradas por muitos gestores como “manobras radicais” nas épocas de mar calmo.


Apesar de passado apenas um semestre em que esse iceberg surgiu no horizonte, já é possível vislumbrar com bastante clareza que muitas corporações brasileiras agiram com coragem e senso de urgência, ao perceberem a importância imediata do investimento em tecnologia, migrando processos e operações para o meio digital. No trimestre de abril a junho/2020, estima-se que foram criadas no Brasil nada menos que 166 mil lojas virtuais. Até o poder público entendeu a necessidade de transformação imediata.


O CNJ (Conselho Nacional de Justiça), por exemplo, deu um importante passo para a desburocratização de processos em cartórios de imóveis, ao permitir o envio e o registro de títulos digitalizados (quem diria!). E até o INSS lançou, no dia 19 de agosto, um projeto piloto que permite prova de vida através de biometria facial, para alívio de vários aposentados que sofrem com doenças graves ou imobilidade.


Além disso, alguns processos que ainda seguiam o modelo tradicional, como a gestão de processos criativos na área de marketing, também foram listados nessa pauta de transformação urgente de muitas empresas brasileiras. Basta ver o grande aumento de procura e de clientes que assinaram nossas plataformas digitais Template Track e Extranet Track nesses meses de pandemia.


E sua empresa? Já virou o timão na crise?

 

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